À Chloris

aquarela

Aquarela, 2018, detalhe..

S’il est vrai, Chloris, que tu m’aimes,

Mais j’entends, que tu m’aimes bien,
Je ne crois point que les rois mêmes
Aient un bonheur pareil au mien.
Que la mort serait importune
De venir changer ma fortune
A la félicité des cieux!
Tout ce qu’on dit de l’ambroisie
Ne touche point ma fantaisie
Au prix des grâces de tes yeux  – (Reynaldo Hahn)

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Água Viva

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“Fiquei de repente tão aflita que sou capaz de dizer agora fim e acabar o que te escrevo, é mais na base de palavras cegas. Mesmo para os descrentes há o instante do desespero que é divino: a ausência do Deus é um ato de religião. Neste mesmo instante estou pedindo ao Deus que me ajude. Estou precisando. Precisando mais do que a força humana. Sou forte mas também destrutiva. O Deus tem que vir a mim já que não tenho ido a Ele. Que o Deus venha: por favor.

Série: Água Viva

Monotipia, Óleo, 30x40cm, 2018

Mesmo que eu não mereça. Venha. Ou talvez os que menos merecem mais precisem. Sou inquieta e áspera e desesperançada. Embora amor dentro de mim eu tenha.” … (Água Viva, Clarice Lispector) .

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Série: Água Viva

Monotipia, Óleo, 30x40cm, 2018 (detalhe)

Feminino no Infinito – Exposição+ Sarau + Peça. Foi lindo!!!!

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Feminino no Infinito!

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Feminino no Infinito

Feminino no Infinito… Expo+ Sarau+ Peça

Exposição Feminino no Infinito!! Foi LIndo!!!

Montagem da exposição: Feminino no Infinito

Montagem da exposição: Feminino no Infinito .
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Vemm!!! Dia 23/09/2017 – das 16hs às 21:00hs.
Local: Teatro da Garagem
Rua Silveira Rodrigues, 331 A
São Paulo

Sandra

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Por isso odeio espelhos que me revelam meu verdadeiro rosto. Sozinha, muitas vezes mergulho no nada. Preciso firmar meu pé fortemente, se não, caio do limite do mundo para dentro do nada. Preciso bater minha mão contra uma porta rija, para me chamar de regresso a meu corpo. (Virginia Woolf – As Ondas).

Therefore I hate looking- glasses which show me my real face. Alone, I often fall down into nothingness. I must push my foot stealthily lest I should fall off the edge of the world into nothingness. I have to bang my head against some hard door to call myself back to the body.’ (Virginia Woolf – The Waves)

 

Sandra