Tous les Matins du Monde …

Tous les Matins du Monde ...

Scketch, Ink – bamboo pen, pencil, watercolor, 2017

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O corpo, “lugar de dissolução do eu”, “volume em perpétua pulverização”, traz consigo “em sua vida e em sua morte, em sua força e em sua fraqueza” a inscrição de todos os acontecimentos e conflitos, erros e desejos (Foucault – História da Sexualidade)

Desenho, pastel seco - 50x65 - 2017

Pastel, 2017

Em busca do sagrado: o corpo


II

Porque tu sabes que é de poesia

Minha vida secreta. Tu sabes, Dionísio,

Que a teu lado te amando,

Antes de ser mulher sou inteira poeta.

E que o teu corpo existe porque o meu

Sempre existiu cantando. Meu corpo, Dionísio,

É que move o grande corpo teu

Ainda que tu me vejas extrema e suplicante

Quando amanhece e me dizes adeus.

(ODE DESCONTÍNUA E REMOTA PARA FLAUTA E OBOÉ.

DE ARIANA PARA DIONÍSIO. Hilda Hilst)

Carvão 2014

Carvão
2014

Carvão 2014

Carvão
2014

Crayon 2014

Crayon
2014