À Chloris

aquarela

Aquarela, 2018, detalhe..

S’il est vrai, Chloris, que tu m’aimes,

Mais j’entends, que tu m’aimes bien,
Je ne crois point que les rois mêmes
Aient un bonheur pareil au mien.
Que la mort serait importune
De venir changer ma fortune
A la félicité des cieux!
Tout ce qu’on dit de l’ambroisie
Ne touche point ma fantaisie
Au prix des grâces de tes yeux  – (Reynaldo Hahn)

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Tous les Matins du Monde …

Tous les Matins du Monde ...

Scketch, Ink – bamboo pen, pencil, watercolor, 2017

O corpo, “lugar de dissolução do eu”, “volume em perpétua pulverização”, traz consigo “em sua vida e em sua morte, em sua força e em sua fraqueza” a inscrição de todos os acontecimentos e conflitos, erros e desejos (Foucault – História da Sexualidade)

Desenho, pastel seco - 50x65 - 2017

Pastel, 2017

Em busca do sagrado: o corpo


II

Porque tu sabes que é de poesia

Minha vida secreta. Tu sabes, Dionísio,

Que a teu lado te amando,

Antes de ser mulher sou inteira poeta.

E que o teu corpo existe porque o meu

Sempre existiu cantando. Meu corpo, Dionísio,

É que move o grande corpo teu

Ainda que tu me vejas extrema e suplicante

Quando amanhece e me dizes adeus.

(ODE DESCONTÍNUA E REMOTA PARA FLAUTA E OBOÉ.

DE ARIANA PARA DIONÍSIO. Hilda Hilst)

Carvão 2014

Carvão
2014

Carvão 2014

Carvão
2014

Crayon 2014

Crayon
2014