Exposicão individual no evento: Feminino no Infinito ∞

O Feminino no Infinito no Teatro Garagem apresenta:

Exposição de aquarelas, desenho e gravura de Angelita Cardoso. Curadoria Eduardo Estrela
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Sarau de poesia e música com o Coletivo Senhoras Obscenas, com participação e leituras das poetas: Giselle Vianna, Claire Marie Regina, Graziela Brum, Marlene Araújo e Paula Valéria Andrade.
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Peça “O Bote da Loba” com Anette Naiman e Ana Rita Abdalla. Direção: Marcos Loureiro.

Data do Evento (Exposição, Sarau, Peça):
23/09/2017 – das 16hs às 21:00hs.
Local: Teatro da Garagem
Rua Silveira Rodrigues, 331 A
São Paulo
Telefone: (11) 3871-3584

Da exposição:
Trabalhando com temas que buscam apreender o feminino, a exposição marca a trajetória da artista que é constituída por uma busca de si mesmo e pela busca do outro, por meio de retratos.

As imagens que Angelita nos oferece são potentes porque são extraídas das entranhas da sua alma feminina ou dos arquétipos que povoam seu imaginário. Carregam também a força própria das obras de arte: as mulheres têm vida nas suas pinturas, estampas, e desenhos.

Nessa exposição os retratos também ganharam corpo – para deixar explícito que a sua busca do “quem somos” passa pela descoberta desse mesmo corpo e do prazer. Com a delicadeza das aquarelas e das gravuras, as mulheres de Angelita afrontam assim os séculos de tabus e interdições que pesam sobre a mulher.

Artista:
Angelita Cardoso é paulistana, historiadora e artista plástica. Trabalha pintura e gravura em metal. Participou de exposições em São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina. Realizou em 2017 sua primeira individual, com a exposição “Conhece-te a ti mesma” (sobre masturbação feminina) em Florianópolis, SC.

Contato: Angelita Cardoso
instagram: @angelita_cardoso
www.angelitacardoso.com
https://www.facebook.com/angelitacardosoart/

 
Do Sarau
Senhoras Obscenas são todas as mulheres que desde séculos como até hoje em dia, deixam seus próprios medos e preconceitos de lado e lutam por espaço em meio às desigualdades de gênero, principalmente àquelas que almejam uma carreira literária, e sentem desejos de transbordar amores, perceber o cotidiano, de aliviar as cargas emocionais cotidianas e sabem que não devem ser reprimidas. Portanto, expressam livremente nas letras e artes suas inquietações e sensibilidades, no intuito de incentivar outras mulheres em suas inclinações artísticas.

Com a soma da presença de cinco poetas convidadas do coletivo Senhoras Obscenas para leituras e performances (de suas poesias autorais e de poetas como Hilda Hilst, Ana Cristina César, Cora Coralina); e mais as duas atrizes de “O Bote da Loba” e a própria Angelita em leituras, para totalizar oito mulheres reunidas na poesia e nas artes cênicas e visuais. Oito é o número símbolo do infinito. A roda de oito traz “O Feminino no Infinito” nas artes integradas e na poesia. A expressão da mulher nos ciclos da vida.

Contato Senhoras Obscenas: senhorasobscenas@gmail.com
Canal You Tube: https://www.youtube.com/channel/UCEGs4gyM8mXrW7f6lkgfQIw

Da Peça Teatral:
Há 20 anos atrás o grande homem e autor Plínio Marcos, místico visionário escreveu sobre o descaso masculino com a mulher e sua sagrada sexualidade nesta nossa sociedade, cultura, país. Esse texto permaneceu inédito por duas décadas até escolher sua primeira morada: a casa Teatro Garagem, na intimista sala Teatro da Garagem.
“O Bote da Loba” é o nosso grito que reverberará contra a banalidade do gozo que nós mulheres temos tido que engolir à força nos últimos dias, nos últimos séculos… (Anette Naiman)

Serviço:
Local: Teatro da Garagem
Data: 01/09/2017 – 23/09/2017.
Sextas e Sábados: 21:30 (fazer reserva antecipada no email abaixo)
Ingressos: R$40,00 inteira R$20,00 meia
Rua Silveira Rodrigues, 331 A
São Paulo
Telefone: (11) 3871-3584
email: reservas@teatrogaragem.com.br
25 lugares
www.teatrogaragem.com.br

Todos Convidados!!! Vemmm!!!

 

O Feminino no Infinito

 

 

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Sandra

Imagem

Por isso odeio espelhos que me revelam meu verdadeiro rosto. Sozinha, muitas vezes mergulho no nada. Preciso firmar meu pé fortemente, se não, caio do limite do mundo para dentro do nada. Preciso bater minha mão contra uma porta rija, para me chamar de regresso a meu corpo. (Virginia Woolf – As Ondas).

Therefore I hate looking- glasses which show me my real face. Alone, I often fall down into nothingness. I must push my foot stealthily lest I should fall off the edge of the world into nothingness. I have to bang my head against some hard door to call myself back to the body.’ (Virginia Woolf – The Waves)

 

Sandra

Convite Exposição

Minhas queridas e queridos! A razão de minha quietude e ausência mais intensa. Estava preparando a exposição Conhece-te a ti mesma. A abertura será na véspera do Dia Internacional da Mulher. Sim, a exposição é toda voltada para o feminino, tema em que venho trabalhando desde que comecei com a aquarela e a gravura, há mais de 10 anos. Além da expo, teremos um superdebate, com ilustres mulheres, sobre o tema Sexualidade feminina e tabu. O debate será no dia 8 de março. Até lá vou divulgar alguns resultados de minhas pesquisas sobre o tema. É surpreendente quanta desinformação e preconceito existe em relação a temas como clitóris e masturbação feminina. A exposição será em Florianópolis, no O Sítio Arte Educação Coworking. É minha primeira individual e adoraria ter vocês todos e todas por perto.  Beijos e gracias!